segunda-feira, 17 de setembro de 2012
A Menina e o Trem, por Neusa Malandrim
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Sobre a Noite, Por Paula Montanari
domingo, 9 de setembro de 2012
Cruzando Livros, por Lais Ribeiro
A partir de hoje começarei a postar as produções dos participantes do Clube do Livro que leva o mesmo nome deste humilde blog (Outra Xícara Por Favor...). Pra explicar melhor, a cada trimestre fazemos uma reunião no clube para mostrarmos nossas produções próprias pro resto do pessoal poder dar uma opinião. Fizemos essa reunião ontem e foi realmente muito boa! Posso dizer com toda certeza que todos os membros do clube levam jeito pra escrever!!
Hoje, o texto é da Lais Ribeiro!
quinta-feira, 22 de março de 2012
Orgulho e Preconceito - Jane Austen
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Capa do filme Orgulho e Preconceito (Pride and Prejudice). |
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
O velho e o mar - Ernest Hemingway

Um velho pescador sem sorte tem por melhor e quase único amigo um menino.
Aquele homem de olhos azuis e profundos, da cor de sua amante, o mar, já foi um dos maiores pescadores da região, mas com idade avançada já não executava suas funções como antigamente e com a modernidade que vinha chegando também aos barcos e estilo de pesca , acabou perdendo seu posto.
Um belo dia decidiu, com a ajuda de seu pequeno amigo, seguir para mar aberto tentando mudar o rumo das coisas como mudava as velas de seu simplório barco.
Parecia que sua sorte melhorara, até encontra o pior inimigo de todos os pescadores: o tubarão. E aí que se trava uma árdua luta pela pesca de um espadarte, onde cada um dos lados disputa um pedaço daquela enorme carcaça de peixe que o anzol do velho fisgou.
Assim chegamos ao clímax de “O velho e o mar”, qual dura boa parte da narrativa, podemos assim dizer.
Obra de escrita rica e simples, uma bela crônica do cotidiano que recomendo para ler apenas por entretenimento, quando estamos cansados de leituras pesadas e procuramos algo para distração. Assim os leitores se surpreenderão o quanto uma história tão pacata quando a vida do próprio pescador pode ser prazerosa e descansar a mente.
Um dos maiores clássicos da literatura mundial pode ser classificado como um livro triste. Regado pelo sofrimento daqueles que não acompanharam o desenvolvimento tecnológico e acabaram sendo excluídos desse processo, demonstrando que até mesmo as comunidades mais simples, como a dos pescadores, são atingidas por esse arrastão que chamamos de modernidade.
Num cenário regado a mar, rádios de pilha e conversar sobre baseball, Hemingway nos trás mais uma vez uma prosa poética que umedece os olhos, cheia de sentimentos humanos, onde ele apenas descreve a luta de um homem pela sobrevivência, de seu corpo e de seu orgulho.
Paula Montanari